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24 fevereiro 2010

Grupo assalta condomínio em SP; circuito de segurança estava inoperante

matéria publicada na FOLHAon LINE
Um condomínio de luxo foi assaltado na manhã desta quarta-feira no bairro Paraisópolis --região do Morumbi--, em São Paulo.

Ação não foi registrada porque as câmeras do circuito de segurança estavam inoperantes
Segundo a Secretaria da Segurança Pública, quatro casas foram assaltadas, mas a ação dos criminosos não foi registrada porque as câmeras do circuito de segurança estavam inoperantes.
O assalto ocorreu por volta das 7h. De acordo com testemunhas, aproximadamente 15 homens participaram da ação.
Funcionários do condomínio foram rendidos, e moradores relataram à polícia terem sofrido ameaças.
A secretaria informou que foram levados cerca de R$ 1.500, US$ 900, 13 relógios de pulso, nove celulares, joias, seis câmeras fotográficas, três iPods, sete notebooks, além de folhas de cheque, cartões bancários e documentos.
Alguns dos assaltantes vestiam terno. Os criminosos fugiram em três carros.

16 fevereiro 2010

Silvio Santos planeja se mudar de sua casa no Morumbi

Com o assalto ocorrido na madrugada de sábado para domingo, quando sua filha Daniela Beyruti e seu genro Marcelo Beyruti foram reféns, o apresentador Silvio Santos já planeja se mudar da casa localizada no bairro do Morumbi, em São Paulo. Segundo o site O Fuxico, fontes próximas à família do empresário informaram que com o assalto, além do sequestro da filha Patrícia Abravanel, em 2001, Silvio não se sente mais seguro no local.
O apresentador planeja se mudar o mais rápido possível da mansão. Segundo as fontes, Silvio possui um grande terreno em um luxuoso condomínio na Grande São paulo, onde constrói três casas e deve ser esse o local onde o empresário deve morar com a família. Silvio não pretende continuar morando por mais tempo na atual residência. Como sua casa no condomínio ainda não estaria pronta, cogita-se que o dono do SBT se mude para a casa construída para uma de suas filhas, no mesmo condomínio.
O assalto abalou tanto Silvio como o restante da família. Segundo informa o site, Silvia Abravanel, ao saber do ocorrido, interrompeu suas férias em Salvador para retornar a São Paulo.
A casa de Silvio Santos foi invadida no fim de semana por quatro pessoas, que renderam além de Daniela e Marcelo Beyruti, mais três pessoas, sendo um copeiro e dois vigias. Os sujeitos procuravam um cofre, mas como não encontraram, roubaram jóias, aparelhos eletrônicos e fugiram num carro Tucson, que estava na mansão e depois foi encontrado próximo ao local. Ninguém ficou ferido. Os assaltantes ainda estão foragidos e o caso segue sob investigação.
(matéria de Rodrigo Batista, para o site TVAQUI)

01 dezembro 2009

FESTA DOLCE, mais uma vez um sucesso!

Nesta segunda foi realizada mais uma edição da FESTA DOLCE MORUMBI com a entrega dos prêmios "AMIGO DO MORUMBI". a festa fooi realizada na CASA DA FAZENDA e contou com a presença de mais de 400 convidados, além de diversas autoridades, adminsitradores regionais, e persolnaidades do morumbi.
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16 outubro 2009

Gazeta do Morumbi já está sendo distribuida.

Nesta semana já começou a ser distribuida, nos condomínios atendidos pelo Grupo PRO SECURITY da região do Morumbi, o número de outubro da revista Gazeta do Morumbi, esta é uma parceria para agregar mais valor e informação aos nossos clientes da região. Se não receber solicite o seu em nosso departamento de marketing.

15 outubro 2009

LINHA 17 - de Congonhas ao Morumbi

(matéria publicada no JT on LINE em 3 de outubro, escrita pelo jornalista Eduardo Regina)

Monotrilho ligará Congonhas ao metrô


Linha integra projetos para a Copa e inclui extensão até o Morumbi. Edital sai em novembro

O governo de São Paulo prevê lançar o edital para construção da Linha 17-Ouro do Metrô até novembro. Ela vai ligar o Aeroporto de Congonhas ao Estádio do Morumbi, num traçado de 21,5 quilômetros de extensão, será feita em três etapas e poderá ter verba federal. A primeira fase, de Congonhas à Estação São Judas do Metrô, tem conclusão prevista para dezembro de 2010, já como parte dos investimentos paulistas para a Copa de 2014. “Entre 30 e 60 dias o edital estará nas ruas e o projeto funcional da linha está concluído”, diz o secretário adjunto estadual de Transportes Metropolitanos, João Paulo de Jesus Lopez.
Mas não será um metrô convencional. A proposta é fazer um monotrilho suspenso em pilares. As composições terão tração elétrica e sustentação sobre pneus. A pista suspensa deverá ocupar o canteiro central de avenidas como a Jabaquara, Bandeirantes, Washington Luís, Roberto Marinho. Segundo Lopez, a definição pelo monotrilho levou em conta número menor de desapropriações, embora não tenha adiantado o número de imóveis comprometidos.
O custo total do projeto é estimado em R$ 3,3 bilhões. Foi solicitado ao governo federal financiamento de R$ 2,4 bilhões, por meio de recursos do Programa de Aceleração dos Crescimento (PAC) da Mobilidade. “Também haverá participação da Prefeitura de São Paulo na terceira fase das obras, na região do Morumbi”, disse.
Como comparação, a Linha 4-Amarela do Metrô, que entrará em operação em 2010, tem custo de mais de R$ 3 bilhões. Os 12,8 quilômetros de extensão entre a Vila Sônia e a Estação Luz são todos subterrâneos. Na Linha 17-Ouro, as vias e estações deverão ser construídas a uma altura entre 12 e 15 metros. Para segurança dos passageiros, é prevista porta de plataforma em todas as estações. Elas são feitas de vidro e se abrem junto com as dos trens. Completa, a linha deve transportar 230 mil usuários por dia.
A viagem entre o Aeroporto de Congonhas e a Estação São Judas do Metrô vai demorar seis minutos. Essa etapa de 3,8 quilômetros terá duas estações e uma demanda prevista de 18 mil usuários por dia. O trecho 2, São Judas-Estação Morumbi, com interligação na Estação Jabaquara do Metrô, movimentará 100 mil usuários/dia. Essa fase deve começar a operação em 2012 e terá mais 10,8 quilômetros e 12 estações.
Para o coordenador do curso de Arquitetura e Urbanismo da Unesp, Fernando Okimoto, a escolha pelo monotrilho deve levar em conta problemas a serem gerados com o elevado, como desvalorização de regiões e agressão à paisagem urbana. “Pode-se resolver o problema do transporte e provocar um outro, urbanístico.”


 

14 outubro 2009

Delegacia do Morumbi é uma das que tem a maior parte dos BO's de 2008


artigo publicado no jornal DESTAK de 14 de outubro

07 outubro 2009

Apartamentos dúplex e tríplex no projeto da Elemental para Paraisópolis, em São Paulo

(matéria de Maurício Horta, publicada na Revista AU)

Escritório experimental chileno desenvolve para a segunda maior favela paulistana um modelo de conjunto habitacional popular que mantém a vida comunitária e permite que a autoconstrução seja valorizada

Às margens da ainda inexistente Avenida Perimetral, que até a Copa de 2014 vai contornar os limites entre a favela de Paraisópolis e o Morumbi e, assim, ligar o estádio Cícero Pompeu de Toledo à Marginal Pinheiros, um descampado de meio hectare antes ocupado por autoconstruções deve dar espaço a uma tentativa de transformar o "puxadinho" num método construtivo regular, seguro e lucrativo para seus moradores.
Quatro blocos de oito andares projetados pelo escritório chileno Elemental, associado à Pontifícia Universidade Católica do Chile, serpentearão no terreno triangular em declive para abrigar 150 famílias. Mas há um detalhe: elas devem ocupá-los quando sua construção ainda estiver pela metade. Em vez de uma casa completa, porém pequena e de baixo padrão, o escritório propõe construir a metade de uma casa boa, com uma estrutura-base pronta para o proprietário ampliá-la e valorizá-la.
O projeto é um dos seis a serem apresentados na 4a Bienal de Arquitetura de Roterdã, Holanda, com o objetivo de testar em Paraisópolis estratégias e tecnologias para a integração de assentamentos informais no tecido urbano formal. O tema da Bienal é Cidade Aberta - Desenhando a Coexistência, e deverá ser aberta em 24 de setembro.

EXPANSÃO REGULAR "Encontramos no Chile o seguinte padrão constante: quando o dinheiro não dá, (o governo) entrega casas pequenas, de no máximo 50 m². Depois todas as famílias ampliam a casa para uns 80 m²", diz o arquiteto Fernando García-Huidobro, um dos responsáveis pelo projeto de Paraisópolis. "O que importa não é o tamanho da casa entregue, mas sim o tamanho final que ela atingirá a partir dos acréscimos feitos pelo morador."
Quando esses acréscimos são feitos de forma irregular, não apenas a estrutura da casa pode ser comprometida como também seu entorno é desvalorizado. A tese do Elemental é que o contrário acontece se for construída uma boa estrutura-base, preparada para acomodar acréscimos posteriores. Assim, completar a casa e melhorar seu acabamento conforme a família economiza dinheiro torna-se um investimento.
O primeiro conjunto habitacional do escritório foi executado em 2004 em Iquique, na desértica costa norte chilena (AU 172). Segundo García-Huidobro, suas 93 casas já dobraram de valor nesses cinco anos. "Foi um negócio muito bom para as famílias, que ampliaram suas casas algumas com muito bom nível, outras com um padrão mais intermediário", diz.

PILARES DO PROJETO O primeiro princípio do projeto é manter as redes sociais existentes, sem o deslocamento das famílias para fora de Paraisópolis. Neste ponto, há uma diferença essencial entre o projeto paulistano e outros executados no Chile.

Com 60 mil habitantes, Paraisópolis é tremendamente maior que os assentamentos chilenos, que em geral não passam de 500 pessoas. Em vez de servir apenas de dormitório, o bairro funciona como uma pequena cidade em si, com um grande potencial econômico e oportunidades de emprego local. Por outro lado, o exíguo terreno delimitado pela Prefeitura exigiu uma nova tipologia verticalizada.
No Chile o projeto foi uma sucessão linear de sobrados geminados unifamiliares. Já em Paraisópolis, são blocos de oito andares com apartamentos dúplex ou tríplex. No nível da avenida perimetral estão previstos estabelecimentos comerciais, inexistentes no projeto chileno, para manter as atividades econômicas dos moradores.
A inserção urbana é o segundo princípio. Essas lojas fazem a interface entre o conjunto habitacional e a avenida perimetral (e, portanto, com o restante da cidade). Já atrás dos blocos, uma praça interna situada dois pavimentos acima do nível da rua centraliza a circulação do conjunto. As unidades se comunicam por escadas e corredores externos que se voltam a esse pátio como em construções coloniais espanholas. Isso permite, por exemplo, que crianças possam brincar sob o olhar dos moradores do conjunto, e distantes da avenida de grande fluxo. Dessa forma se mantém o forte convívio comunitário anteriormente estabelecido pela ambiguidade entre espaços públicos e privados causada pela proximidade e permeabilidade de autoconstruções em ocupações irregulares.

Outra orientação é construir somente a parte que traria mais dificuldade para ser executada pelos próprios moradores: paredes estruturais e lajes de concreto pré-fabricado, a cozinha, um bom banheiro e escadas. Assim, a família pode mudar-se para uma casa com boa estrutura e equipamentos, embora pequena, até ter dinheiro para expandi-la. Nas unidades de dois pavimentos, a área inicial de 44,6 m² pode crescer até 63,90 m². Nas de três, a área máxima é de 83,74 m².
Para evitar a deterioração típica de expansões autoconstruídas, o projeto já prevê o cenário final da casa. No térreo, adjacente à sala de 9 m² voltada para o pátio, há um terraço de mesma área, voltado para a rua. Fechando-o, o tamanho da sala é dobrado. No piso superior, a laje pode ser estendida para adicionar-se um segundo quarto. Nas unidades com um terceiro piso, podem ser acrescentados mais dois cômodos. Racionalizando a autoconstrução, ela se torna mais econômica, rápida e segura.

O último pilar do projeto é a ascensão social. Embora tenham um custo baixo, os apartamentos são construídos numa estrutura que traz em si o DNA de classe média. Por exemplo, o banheiro está distante da sala de estar, as salas têm sacadas individuais, a cozinha tem uma área de serviço, a ventilação é cruzada e os dormitórios são grandes o suficiente para que as camas tenham acesso pelos dois lados e ainda sobre espaço para um armário. Uma ideia necessária na época em que mais pessoas migraram da pobreza para a classe média no Brasil.

06 outubro 2009

Divulgado retrato falado de criminoso do Morumbi

O Blog do Jornal PLANETA MORUMBI publicou em 22 de setembro, a reprodução de uma matéria do ESTADO sobre a identificação de um assaltante que vem agindo no bairro do Morumbi. Veja a matéria:

"A polícia divulgou ontem o retrato falado de um dos quatro acusados de agredir e torturar uma família, no Morumbi, no dia 16. O grupo invadiu a casa à procura de um cofre e ameaçou eletrocutar uma mulher com câncer e abusar sexualmente de uma criança. Os suspeitos chegaram a atirar na cabeça do dono do imóvel, mas o disparo falhou. Apenas um dos autores do crime está preso.

O proprietário da casa, o analista de sistemas A.C.S., de 44 anos, ajudou a polícia a elaborar a foto do mais velho do grupo. “Gravei a imagem dele. Ficava repetindo as características para mim”, contou a vítima, que pediu para não ser identificada.
O homem descrito aparenta ter 30 anos de idade e 1,70 metro de altura. Seus olhos são pretos e os cabelos, encaracolados e curtos. Magro, tem tatuagens no corpo. No dia do crime, ele vestia uma camisa azul e calça jeans. “O que interessa é o mais velho, dava para ver que ele sabia o que estava fazendo.”
Faltam, ainda, os retratos de dois acusados. Um deles, apontado pelo analista como o mais agressivo, aparenta ter cerca de 15 anos e 1,80 metro de altura. Não há detalhes sobre as características do quarto integrante do bando. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo."
Para ver a matéria direto do site do planeta clique no titulo deste post.

04 outubro 2009

Edição de outubro do PLANETA MORUMBI já está circulando!



A edição de outubro (52) do jornal Planeta Moroumbi começou a circular neste sábado. A entrevistada do mês (capa), é a empresária Alessandra Cominara, pelos três anos da Lupi Lupi Brinquedos (Shopping Portal do Morumbi).

Retire o seu exemplar em um de nossos 70 pontos de distribuição ou visite a versão on-line clicando no titulo do post

Se seu condomínio ainda não recebe o Jornal PLANETA MORUMBI, existe um cadastro no site para passar a receber.

09 maio 2008

“Eu sou o Pioneiro.”

matéria publicada em 9 de maio de 2008 no site MORUMBI.NET

O primeiro contato nos revela um homem simples, sem qualquer sintoma da “síndrome” que, segundo ele, ataca boa parte de quem mora no Morumbi: a valorização excessiva das aparências. Aliás, nem poderia ser diferente. Como policial aposentado, formado na chamada “velha guarda”, Alcides Paranhos Jr – ou o Paranhos do Portal, como é mais conhecido por aqui – aprendeu que as palavras sabias de um dos “símbolos” daquilo que o regime militar combatia não deixam de estar certas: “Hay que endurecerse, pero sin perder la ternura jamás”.
Essa ternura de um homem formado na dureza e na adversidade da carreira policial Paranhos decidiu dedicar em boa parte ao bairro onde mora: o Morumbi. Desde a década de 70, o então policial fez muito mais do que assistir ao nascimento daquele que é hoje o bairro que mais cresce em São Paulo. Ele mesmo fez o parto, com suas próprias mãos.
Quando a região conhecida hoje como Portal do Morumbi era apenas um condomínio cercado de mato por todos os lados, Paranhos conseguiu a implantação de um ponto de táxi do outro lado do Shopping Portal. Não existindo comunicação na época, passou uma linha telefônica direta, ligando o ponto de táxi ao condomínio. Para suprir a falta de atendimento em casos de emergência à população pobre da região, Paranhos disponibilizou um veiculo do condomínio Portal do Morumbi para o atendimento a doentes, parturientes e acidentados. Além disso, organizou a proteção para as empregadas diaristas, que freqüentemente eram assaltadas no trajeto do condomínio até suas casas.
Junto ao comando da PM, Paranhos conseguiu um posto policial para a região, que era totalmente desprovida de policiamento e tinha assaltos quase diários. Com a ajuda de beneméritos, como o Dr Eduardo Passarelli, e de alguns comerciantes e condomínios do bairro implantou a base em tempo recorde.
Mais recentemente, Paranhos, concretizou o sonho de implantar no bairro a ronda policial com bicicletas. Após um ano de espera e muita insistência junto às autoridades responsáveis, formou um grupo de empresas - Pão de Açúcar, Banco Real e AMIR - que, junto com o Portal do Morumbi, adquiriu um lote de 10 bicicletas que foi doado ao comando do Posto Policial do Portal, liderado pelo Sargento Marcos, e hoje fazem o patrulhamento de áreas da Vila Suzana, Jardim Londrina, Vila Suzana, Morro Verde, Jardim Caboré, Jardim Taboão, Vila Praia, etc.
E não é apenas na área de “realizações” que Paranhos pode ser encarado como um pioneiro. O homem de hábitos simples e conversa agradável é pioneiro também no prestígio ao comércio do bairro. Faz questão de caminhar por ruas como Dr. Guilherme Dumont Villares, Luiz Migliano, Prof. José Horácio Meirelles Teixeira e Mal. Hastimphilo de Moura para comprar o seu jornal, tomar o seu café na padaria e conversar com amigos de mais de 30 anos de convívio. Quando vai às compras, visita sempre e preferencialmente as lojas das ruas do bairro e de shoppings como Portal, Trade Center e Open Center.
Mas engana-se quem pensa que esse jovem senhor, forte e extremamente lúcido, esteja “acomodado” em sua condição de aposentado. Alcides Paranhos vive uma vida simples mas de intenso trabalho. Há muitos anos, decidiu criar uma empresa de consultoria de segurança.
Ao se dar conta de que, depois de um dia inteiro de trabalho como policial, tinha se tornado um hábito trabalhar em casa até altas horas da noite para amigos que lhe pediam conselhos, orientações e implantações de projetos na área de segurança, ele decidiu seguir o conselho de sua mulher - Valderene, mãe de seus três filhos - e criou o embrião daquilo que é hoje a Pro Security, uma empresa que emprega mais de 2.000 colaboradores, prestando serviços de segurança, limpeza, portaria e treinamento.
O foco da empresa é o bem estar das pessoas que vivem em condomínios. Isso Paranhos traz desde 1.979, época desde a qual é diretor de segurança do Portal do Morumbi. No início de sua gestão, fez “uma limpeza” no condomínio. A população jovem, principalmente filhos de estrangeiros, que eram transferidos para São Paulo como altos executivos de empresas multinacionais, havia se tornado presa fácil para bandidos e traficantes devido à sua condição social, e Paranhos resolveu agir.
O então policial lembra, com a certeza de ter feito a coisa certa, do trabalho de investigação minucioso e sigiloso que envolveu até a inserção de jovens policiais de alto gabarito, poliglotas, disfarçados no dia-a-dia do condomínio. “Nós descobrimos tudo: quem comprava, quem vendia, quem deixava entrar. Expulsamos vários traficantes, falamos com as famílias dos envolvidos, e muitos jovens foram mandados de volta para o país de origem ou foram morar na casa da vó!” O resultado, segundo Paranhos foi extremamente positivo: “O Portal ficou limpo. E está limpo até hoje. Quem pensa em fazer besteira sabe que lá não tem lugar pra isso. Sabe que lá o bicho pega”.
Hoje, cada área da Pró Security é gerenciada por um de seus filhos, Alexandre, Fábio, Lígia e sua mulher, Valderene. Lá também trabalham dois sobrinhos. “Mas a palavra final é sempre minha”, garante Paranhos. Palavra de Pioneiro!